Quem sou eu

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Eu sou aquela que tem Deus como seu porto seguro... sou aquela que pede toda noite... Senhor...proteja os meus amigos... meus familiares...Eu sou aquela... que não é perfeita... mas tenta ser o melhor em tudo!!!!

Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ♥BEM VINDOS .♥Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ

segunda-feira, 30 de julho de 2012

OLÁ UMA ABENÇOADA NOITE




Agradeça a Deus cada minuto,
cada hora vivida.
A sua família, o seu trabalho,
tudo que você tem
e principalmente,a sua vida.
Pois Deus fez de Você,
essa pessoa Maravilhosa"

Ti Gosto di Montão..
******************
FIQUE NA PAZ DE JESUS.

quinta-feira, 14 de junho de 2012




Busca com fé...

A parábola do fariseu e do publicano somente se encontra em Lucas e contrapõe duas atitudes: a do fariseu, que pensa ganhar a salvação com seu próprio esforço, e a do publicano, que reconhece a sua condição de pecador e pede a Deus a conversão.
Como o fariseu, ignoramos muitas vezes, que a oração consiste em reconhecer a grandeza de Deus e o nosso mínimo valor diante d’Ele. Imaginamos que, se o mundo vai mal, a culpa é sempre dos outros e nunca nossa. 
Sempre nos julgamos suficientemente justos, bons, puros, gente de bem. E o mundo continua cheio de desonestos. Outro erro que cometemos é querer resolver nossas relações com Deus sob um aspecto quantitativo.
O publicano sente-se pequeno e, por isso, sai do templo justificado. Enfim, o tema da oração nos incomoda, exigindo que saiamos de nosso comodismo farisaico. Deus torna justo aquele que o busca com fé.
Portanto, podemos encontrar na parábola duas mensagens que nos façam refletir e agir: uma sobre a oração. Oração não é uma máscara sob a qual se continua a levar uma vida banal, comum, qualquer. O essencial em nossa vida é sabermos nos apresentar como pobres.
Na outra mensagem, o texto deixa bem claro que devemos não buscar a “justiça” por nossas próprias obras mas mudar de atitude e nos convertermos ao Evangelho da graça.


E você: como anda jogando suas pedrinhas?




Certa vez, um homem caminhava pela praia numa noite de lua cheia.
Pensava assim:
Se tivesse um carro novo, seria feliz...
Se tivesse uma casa grande, seria feliz...
Se tivesse um excelente trabalho, seria feliz...
Foi quando tropeçou numa sacolinha cheia de pedras.
Ele começou a jogar as pedrinhas, uma a uma, no mar, cada vez que dizia:
Seria feliz se tivesse...
Assim o fez ficando somente com uma pedrinha na sacola, que decidiu guardá-la.
Ao chegar em casa percebeu que aquela pedrinha tratava-se de um diamante muito valioso!
Você imaginou quantos diamantes ele jogou no mar enquanto não parava de pensar?
Assim são as pessoas: jogam fora seus preciosos tesouros por estarem esperando o que acreditam ser perfeito ou sonhando e desejando o que não têm, sem valorizar o que tem perto delas.
Se olhassem ao redor, parando para observar, perceberiam o quão afortunadas são!
Muito perto de si está sua felicidade.
Cada pedrinha deve ser observada. Pode ser uma diamante valioso...
Cada um de nossos dias pode ser considerado um diamante precioso, valioso e insubstituível.
Depende de nós aproveitá-los ou lançá-los ao mar do esquecimento para nunca mais recuperá-los.
A morte não é a maior perda da vida.
A maior perda da vida é o que morre dentro de nós enquanto vivemos!

Queridos irmãos!!!
Vamos valorizar cada momento de nossa vida, saibamos olhar bem para as nossas pedrinhas e veremos que são verdadeiros diamantes preciosos.


O oposto e Deus...

"Deus costuma usar a solidão para nos ensinar sobre a convivência.
Às vezes, usa a raiva, para que possamos compreender o infinito valor da paz.
Outras vezes usa o tédio, quando quer nos mostrar a importância da aventura e do abandono.
Deus costuma usar o silêncio para nos ensinar sobre a responsabilidade do que dizemos.
Às vezes usa o cansaço, para que possamos compreender o valor do despertar.
Outras vezes usa doença, quando quer nos mostrar a importância da saúde.
Deus costuma usar o fogo para nos ensinar sobre água.
Às vezes, usa a terra, para que possamos compreender o valor do ar.
Outras vezes usa a morte, quando quer nos mostrar a importância da vida". 



Fernando Pessoa


Batata como lição de casa.

O professor pediu para que seus alunos levassem batatas e uma sacola para a sala de aula. Durante a aula ele pediu para que separassem uma batata para cada pessoa de quem sentiam mágoas e escrevessem os nomes dessas pessoas nas batatas e as colocassem dentro da sacola. Quase todas as bolsas ficaram muito pesadas.
Para cumprir a tarefa, durante uma semana os alunos levaram suas sacolas para todos os lugares onde iam. O incômodo era grande, a sacola pesada com o tempo passou também a cheirar mal, contaminando os ambientes por onde iam.
A lição das batatas nunca mais foi esquecida. Não houve nota, mas um grande aprendizado. O incômodo de carregar a sacola mostrou-lhes o peso que a mágoa ocasiona. Além disso, para não esquecê-la em nenhum lugar, eles deixavam de prestar atenção em outras coisas que eram importantes para eles.
Todos aprenderam na prática o que os sentimentos de ódio, mágoa e ressentimento provocam. São como batatas podres que pesam e deixam um intenso mal cheiro. Além de nos impedir de aproveitar as melhores coisas da vida, incomoda quem está do nosso lado, podendo até mesmo, afastar de nossas vidas quem mais amamos.
Pense nisso e não deixe que o rancor, a mágoa, o ódio vá te matando aos poucos e corrompendo seu caráter. Sempre há tempo para mudança. Escolha perdoar, assim, serás recompensado com amor e "liberdade".


terça-feira, 27 de março de 2012


Tudo que e em quem creio?


 Creio no Deus Trino, representado por Pai (Jeová), Filho (Jesus Cristo) e Espírito Santo (Consolador);
 Creio na Bíblia, a Santa Palavra verbalmente inspirada pelo Espírito Santo, como a Palavra de Deus infalível, a única autoridade para a fé e a conduta cristãs;
 Creio na existência de satanás, chamado diabo, no seu atual controle sobre a humanidade não arrependida, e na sua intenção de destruir a Igreja do Senhor Jesus;
 Creio na queda e no estado perdido do homem, cuja total depravação torna necessário o novo nascimento em Cristo Jesus;
 Creio na divindade de Jesus Cristo, no Seu nascimento virgninal, na Sua morte e na Sua ressurreição física, na Sua presente exaltação à direita de Deus e na Sua volta pessoal, preliminar e iminente;
 Creio nos feitos miraculosos e maravilhosos de Jesus Cristo pessoalmente em vida e através do Seu nome após Sua morte, inclusive ainda nos dias de hoje, segundo o que foi descrito pela Bíblia;
 Creio na expiação dos pecados através da morte substitucionária de Jesus Cristo, nosso Senhor e Salvador, e do derramamento do Seu sangue como sacrifício definitivo e suficiente para nos aproximar de Deus e nos purificar de todo o pecado;
 Creio na salvação obtida, pela Graça de Deus, através da fé, e não através das nossas próprias obras;
 Creio na ressurreição dos salvos para a vida eterna no Céu;
 Creio na vida eterna ao lado de Deus, na Cidade Santa, livre de toda sorte de dor e pecado;
 Creio na Igreja como o Corpo e a Noiva de Cristo, formada apenas por aqueles que experimentaram o novo nascimento, pelos quais Ele agora faz intercessão no Céu e para os quais Ele voltará outra vez;
 Creio em Jesus Cristo como o único Mediador entre Deus e os homens e o único nome ao qual se deva prestar devoção e honras;
 Creio na Grande Comissão de Cristo para a Igreja de ir por todo o mundo e pregar o Evangelho a toda criatura, batizando e ensinando aqueles que crerem.

Busca com fé...

A parábola do fariseu e do publicano somente se encontra em Lucas e contrapõe duas atitudes: a do fariseu, que pensa ganhar a salvação com seu próprio esforço, e a do publicano, que reconhece a sua condição de pecador e pede a Deus a conversão.
Como o fariseu, ignoramos muitas vezes, que a oração consiste em reconhecer a grandeza de Deus e o nosso mínimo valor diante d’Ele. Imaginamos que, se o mundo vai mal, a culpa é sempre dos outros e nunca nossa. 
Sempre nos julgamos suficientemente justos, bons, puros, gente de bem. E o mundo continua cheio de desonestos. Outro erro que cometemos é querer resolver nossas relações com Deus sob um aspecto quantitativo.
O publicano sente-se pequeno e, por isso, sai do templo justificado. Enfim, o tema da oração nos incomoda, exigindo que saiamos de nosso comodismo farisaico. Deus torna justo aquele que o busca com fé.
Portanto, podemos encontrar na parábola duas mensagens que nos façam refletir e agir: uma sobre a oração. Oração não é uma máscara sob a qual se continua a levar uma vida banal, comum, qualquer. O essencial em nossa vida é sabermos nos apresentar como pobres.
Na outra mensagem, o texto deixa bem claro que devemos não buscar a “justiça” por nossas próprias obras mas mudar de atitude e nos convertermos ao Evangelho da graça.

Batata como lição de casa.

O professor pediu para que seus alunos levassem batatas e uma sacola para a sala de aula. Durante a aula ele pediu para que separassem uma batata para cada pessoa de quem sentiam mágoas e escrevessem os nomes dessas pessoas nas batatas e as colocassem dentro da sacola. Quase todas as bolsas ficaram muito pesadas.
Para cumprir a tarefa, durante uma semana os alunos levaram suas sacolas para todos os lugares onde iam. O incômodo era grande, a sacola pesada com o tempo passou também a cheirar mal, contaminando os ambientes por onde iam.
A lição das batatas nunca mais foi esquecida. Não houve nota, mas um grande aprendizado. O incômodo de carregar a sacola mostrou-lhes o peso que a mágoa ocasiona. Além disso, para não esquecê-la em nenhum lugar, eles deixavam de prestar atenção em outras coisas que eram importantes para eles.
Todos aprenderam na prática o que os sentimentos de ódio, mágoa e ressentimento provocam. São como batatas podres que pesam e deixam um intenso mal cheiro. Além de nos impedir de aproveitar as melhores coisas da vida, incomoda quem está do nosso lado, podendo até mesmo, afastar de nossas vidas quem mais amamos.
Pense nisso e não deixe que o rancor, a mágoa, o ódio vá te matando aos poucos e corrompendo seu caráter. Sempre há tempo para mudança. Escolha perdoar, assim, serás recompensado com amor e "liberdade".

E você: como anda jogando suas pedrinhas?




Certa vez, um homem caminhava pela praia numa noite de lua cheia.
Pensava assim:
Se tivesse um carro novo, seria feliz...
Se tivesse uma casa grande, seria feliz...
Se tivesse um excelente trabalho, seria feliz...
Foi quando tropeçou numa sacolinha cheia de pedras.
Ele começou a jogar as pedrinhas, uma a uma, no mar, cada vez que dizia:
Seria feliz se tivesse...
Assim o fez ficando somente com uma pedrinha na sacola, que decidiu guardá-la.
Ao chegar em casa percebeu que aquela pedrinha tratava-se de um diamante muito valioso!
Você imaginou quantos diamantes ele jogou no mar enquanto não parava de pensar?
Assim são as pessoas: jogam fora seus preciosos tesouros por estarem esperando o que acreditam ser perfeito ou sonhando e desejando o que não têm, sem valorizar o que tem perto delas.
Se olhassem ao redor, parando para observar, perceberiam o quão afortunadas são!
Muito perto de si está sua felicidade.
Cada pedrinha deve ser observada. Pode ser uma diamante valioso...
Cada um de nossos dias pode ser considerado um diamante precioso, valioso e insubstituível.
Depende de nós aproveitá-los ou lançá-los ao mar do esquecimento para nunca mais recuperá-los.
A morte não é a maior perda da vida.
A maior perda da vida é o que morre dentro de nós enquanto vivemos!

Queridos irmãos!!!
Vamos valorizar cada momento de nossa vida, saibamos olhar bem para as nossas pedrinhas e veremos que são verdadeiros diamantes preciosos.